Que meus filhos e netas recordem o meu amor pela escrita! Afinal as histórias são feitas para serem partilhadas. Só assim elas se propagam e se perpetuam...

terça-feira, 8 de agosto de 2017

RANCHOS EM FESTA





No poste anterior, aqui colocado há dias falava de danças ao sábado numa praça em Espanha onde este ano tirei uns dias para descansar.

Este sábado aqui na minha cidade, na Praça do Município vulgo Rossio, ao fresco das tílias enormes, um palco foi montado e por ele passaram vários ranchos folclóricos.

Não é que seja apreciadora de folclore mas a mãe adora ver, lembra-lhe os tempos de jovem que ao domingo havia bailarico ao som de uma concertina.

Desfilando vários ranchos da zona de Viseu dançando neles novos e idosos num frenesim que nem sei como aguentaram, mas dando um espectáculo fantástico passando o testemunho aos mais novos..

Para fechar, o que muito me admirou, porque mais não era que um rancho folclórico da casa de Viseu no Rio de Janeiro.

Do Rio de Janeiro sim, lá do Brasil onde formaram o grupo folclórico e apenas havia três portugueses emigrantes nos anos setenta, ou seja já com alguma idade-

Dançaram como se toda a vida aqui tivessem residido, numa perfeição do pormenor das
roupas e das musicas.

Foi perfeito, e teem corrido por ai fora dançando, levando o nosso folclore por terras estrangeiras.

Seguiram para a Europa onde vão continuar a dançar, e dar a conhecer não o folclore brasileiro mas o folclore de Viseu Portugal.

Por favor que se continue a mostrar que não somos apenas um povo onde as mulheres vestem de preto e tem bigode.


Portugal é muito mais,tanto nos usos e costumes como na comida tradicional, feiras , arraial , alegria, a beleza dos trajes das nossas terra, dos nossos monumentos etc.




domingo, 30 de julho de 2017

FERIAS 2017




Foi há dias, numa fugida que fiz com meu marido para acalmar um pouco do dia a dia que lavei a alma e alegrei o coração.

Visitamos a cidade que é linda, fomos à parte histórica onde o silencio existe apesar de vários turistas por ali andarem fazendo o mesmo que nós.

As igrejas a catedral imponente com seus arcos altíssimos rendilhados sobre o branco da abobada, guardavam vários altares com santos ainda vestidos de tecido, um silencio que convidava à oração, sentarmos-nos nos longos bancos e sentimos a paz que infelizmente fora daquelas paredes não há. Subimos à torre, uma vista maravilhosa da cidade.

Logo no mesmo quarteirão o Museu que nos conta a origem da cidade desde os tempos primórdios das suas gentes, o seu artesanato, o modo como viviam, etc

Uma praia lindíssima e extensa banha a ilha com um passeio marítimo onde se pode passear ou descansar nos imensos bancos espalhados,para quem o quiser ou apreciar as obras de arte feitas em areia com uma perfeição fantástica.


As referencias transmitidas por estátuas em bronze homenageando os pescadores a linha no Porto da cidade, os músicos, escritores como a de Nestor Alamo escritor e musico, escultura ao pescador, etc. Muitas Praças floridas, verdejantes com bancos para quem quiser sentir-se fresco a sombra das árvores seculares ou ler um livro enquanto as crianças brincam seguras.
Homenagem ao pescador, arranjando o peixe.

Nas avenidas sombreadas por acácias vermelhas e amarelas, aqui sim senti-me como se estivesse em casa. Como ficam lindas as ruas enfeitadas por árvores quase sempre em flor ou ate despidas de folhas mas cheia das sua longas vagens cheias de sementes.


E em azulejo não faltaram as bandeiras dos países Africanos e outras.


 Uma belíssima caravela das descobertas expostas numa praça.

Para despedida na Praça Stª Catalina,musica e dança para todos.



Foram bons os dias que deu para descansar e renovar energias para mais um ano.